Quando pensamos em pedras que encantam pelo brilho natural e misterioso, lembramos da Pedra da Lua e Labradorita.

Essas pedras possuem cores bem diferentes, mas ambas pertencem ao grupo do “Feldspato”, e à elas são associados nomes para seus jogos de cores.

Pedra da Lua – Tem um brilho branco-azulado, essa gema capta a luz e se apresenta de forma diferente dependendo do ângulo que você à vê, isso é chamado de “adularescência”. Em outras palavras é como se no interior da pedra, a luz encontra-se “barreiras”, que são as micro plaquetas de albita, e assim se quebra sendo espalhada, acontecendo um efeito único, o que torna essa pedra tão distinta e desejável.

Antigamente as pessoas acreditavam ser possível reconhecer as fases da lua crescente e minguante enquanto olhavam esse jogo de luz, daí o seu nome .

Pode ser encontrada no Sri Lanka, Austrália, Brasil e Índia.

Labradorita – Com um jogo de cores íncrives, agora em tons metálicos, que variam do azul ao verde, esta pedra também tem um efeito de luzes único, dependendo do ângulo que é vista, e maneira que é lapidada. Com a Labradorita seu efeito é chamado de “labradorescência”.

Da mesma maneira que acontece com a Pedra da Lua, seus tons variam devido a interferência da luz em lamelas geminadas.

Esta gema é encontrada no México e EUA, mas principalmente no Canadá. Onde foi encontrada pela primeira vez, em 1770 na península de Labrador e deu origem ao seu nome. 

Com certeza as duas pedras com seus brilhos naturais e exóticos, são um presente da natureza para os amantes da pedra.